17 de outubro de 2021
3 Livros
13 de outubro de 2021
Diabe que @s carregue
Eu, que tenho da velhice uma visão tenebrosa, às vezes dou comigo a pensar que nem me importo de já não ser assim tão nova.
É que as aprendizagens e adaptações que são agora pedidas aos mais novos, tornariam, no meu caso, qualquer interacção com outros numa espécie de caminhada sobre pregos. E eu não estudei para faquir.
Vem isto a propósito da nova linguagem que as questões de género, centrais nos nossos dias, trouxeram acoplada nas suas costas (largas).
Para dar um exemplo: vi no Twitter uma pessoa a pedir para ser chamada apenas de Jo e só com uso de “pronomes neutros” (dixit).
Escreveu “eu própri” e várias pessoas responderam ao pedido chamando-lhe linde e queride.
Ora, eu não sei falar isto. Nem vou aprender.
Ouvi dizer que, nas universidades, se o professor não respeitar a escolha de género do aluno, ou até, o que é pior, a sua não escolha (quando alguém diz que o seu género é neutro, isto é, nem homem nem mulher), pode muito facilmente ser admoestado ou mesmo corrido. Assim sendo, respeitar a escolha de género implica, por vezes, deixar de falar, com essa pessoa, o português corrente, e à mais pequena escorregadela está lixad@.
Fico tão aparvalhada com estas coisas, sinto que já não sou daqui, e dou comigo a pensar - oh cum cagarague, este é mesmo um tempo de camandre.
Pardon my french.
12 de outubro de 2021
Uma gargalhada e um ensinamento
Gargalhada:
Armando Vara tem estado preso porque recebeu vinte e cinco mil euros (25000€) e mais sete mil (7000€) em prendas (onde devem caber os robalos, suponho).
Rendeiro, Salgado, Vale e Azevedo, entre outros, desviaram milhões e estão a viver bem e livres
Ensinamento:
Se queres roubar, rouba muito, porque pouco dá cadeia.
11 de outubro de 2021
Coisas de miúdos
E diz o Francisco
- Nuno, deixa o miúdo em paz. O Telmo é mais pequeno, é meu amigo, e anda triste.
E diz o Nuno
- Quero lá saber, não gosto de fracotes. Gosto de betos abrutalhados como eu.
Foto do Público
10 de outubro de 2021
Polónia
Palácio e lago Lubomirski em Varsóvia
Quando estive na Polónia ainda eu era assim, e os polacos um bocado toscos e ingénuos.
Daí para cá... tchiiii, o que mudámos
Agora, diz a Polónia para a Europa:
- Na minha casa mando eu, mas vocês pagam as contas, certo?!
Ai que inveja! Como ficaram espertos!
9 de outubro de 2021
8 de outubro de 2021
5 de outubro de 2021
Está reaberto o estaminé
Reabriu sem comentários, explicações ou publicidade
Por vezes, pensar é uma actividade de ar livre. E física.
Rebecca Solnit
"As Coisas que os Homens me Explicam", conjunto de ensaios sobre as questões do feminismo e da situação das mulheres.
A autora, "inventou" a palavra mansplain, escolhida como palavra do ano em 2013, para a situação em que os homens explicam às mulheres coisas que elas sabem e eles não sabem.
Quem, sendo mulher, não viveu já esta situação?
30 de setembro de 2015
Vou andando
Vou pôr-me a caminho da minha assembleia de voto.
4 de julho de 2015
Daqui, do meu “Olimpo”
Aqui sentada no meu tranquilo “Olimpo”, não vou dizer − “se eu fosse grega” fazia isto ou fazia aquilo.
Se eu fosse grega, sei lá como avaliaria as consequências para o futuro do meu país em geral e da minha família em particular.
24 de junho de 2015
Do lado certo do betão
c) os muros, para estes povos tantos anos subjugados por um, até são, afinal, uma forma expedita de resolver problemas, desde que consigam ficar do lado certo do betão
4 de junho de 2015
Aprender latim
21 de maio de 2015
Exposição de João Queiroz
Aguarelas de João Queiroz. Curadoria de Bruno Marchand
10 de maio de 2015
Phoenix
1 de maio de 2015
1 de Maio 1974
Os meus pais vieram de Évora passar esse dia comigo, até porque ainda não nos tínhamos visto desde o dia 25 de Abril.
A viagem que fizeram, na camioneta da Setubalense, entre Évora e Lisboa, era coisa para durar 3 horas ou 3 horas e meia, com paragens em Montemor-o-Novo, Vendas Novas, Pegões e Setúbal, tudo entrepostos em se carregava e descarregava muita bagagem, acomodada no tejadilho do veículo.
Esperei-os no fim da carreira, isto é, na Praça de Espanha, no sítio onde veio a existir o primeiro Teatro Aberto, e foi ali mesmo que demos início aos festejos – primeiro os íntimos e depois os colectivos.
Sobre a manifestação, nada a acrescentar. Quem a viveu, viveu, quem não a viveu…temos pena.
Éramos, então, todos anti-fascistas, amigos e amigas, camaradas e companheiros, o futuro era nosso e “fascismo nunca mais”.
Não conseguimos, como muitíssimos outros, entrar no estádio do INATEl, mas isso não teve nenhuma importância porque “o povo unido nunca mais será vencido”.
Como se sabe, o povo começou a desunir-se logo no dia seguinte, sendo isso a coisa mais natural do mundo. Eu é que ainda não o sabia.
Porque esse era também o tempo em que “eu era feliz e ninguém estava morto”.
20 de março de 2015
O pau
15 de março de 2015
O rei vai nu
13 de março de 2015
Mais uma escandaleira, é o que é.
8 de março de 2015
26 de fevereiro de 2015
António Costa, largue o osso
Curiosidade: este é o milésimo post deste blog.















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