quarta-feira, abril 23, 2014

À espera



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cavaco disse em Oliveira de Azeméis que “são as empresas e não as intrigas, as agressividades, as crispações, os insultos entre agentes políticos, que promovem o crescimento económico, a criação de emprego e a conquista de novos mercados.”

Sério, Aníbal? Quem diria!

A converseta é tão básica que raia o absurdo; por isso li, reli para ver se lia bem, e de todas as vezes só me lembrava dos discursos de Américo Thomaz. Recordo:

É a primeira vez que cá estou desde a última vez que cá estive”, ou “Hoje visitei todos os pavilhões, se não contar com os que não visitei”.

Percebi, então, que também o que sentia por Américo Thomaz nos anos 1960 e 1970 era exactamente o mesmo que sinto por Cavaco Silva em 2014 – asco.

A boa “notícia” é que estou calminha e já não desespero, só espero.
Espero que parta, que se retire para a Coelha ou, preferencialmente, para o raio que o parta.

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