sexta-feira, novembro 18, 2011

Reflexões inconsistentes

Reflexão inconsistente I: a chuva é minha amiga. Cada vez que decido sair para fazer uma coisa boa, ela diz-me: espera aí que eu vou contigo; é só ir buscar a gabardina.

Depois de ter saído enquanto a chuva foi buscar e gabardina, e ter voltado já com ela nos devidos preparos, passando os olhos pelos jornais, vejo que o João Mota aceitou o lugar do Diogo Infante no Teatro D. Maria.
Os desafios, a crise, todos temos que dar para o peditório e tal e coisa, disse.

Reflexão inconsistente II: Ó Mota, tu desculpa, mas desde quando, para ti, os desafios pessoais são mais importantes do que dizer a um governo estúpido e irracional que o orçamento é uma anedota e que vá pentear macacos? Se calhar desde há muito, eu é que não dei por isso.

A Cristas diz que quer acabar com a bandalheira da incineração de cadáveres de animais e que vai taxar a carne para financiar o novo sistema.

Reflexão inconsistente III: Ó Cristas, apoio as coisinhas bem feitas, mas para onde raio irão os meus impostos se para tudo tenho que pagar taxa?

Reflexão inconsistente IV: Não será melhor desligar o computador e dar descanso a esta pobre cabeça? Ainda para aí me ponho a achar que a cristas anda de mota ou ao mota cresceram cristas. Livra.

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