Guidinha (com perdão do Sttau Monteiro).
PS: resolvi pôr a letra assim grande porque se não nem eu alguma vez
teria paciência para ler o que escrevi.

Na sua
crónica no Ípsilon de 19 de Abril
2013, António Guerreiro pergunta no título, e a propósito de José Luís Peixoto,
O que é um escritor?
Há dez anos
que os observo.
D. Manuela
Ferreira Leite, faça um blogue.
Estou
fartinha do “estado de excepção”.
O discurso que Passos Coelho proferiu no domingo passado
deixou-me, como é costume, muito mal disposta.
Foi ontem
que o Relvas foi à sua vida e é hoje que o Tribunal Constitucional vai dar as
respostas que esperamos há três meses, não é?
Em verdade
vos digo, meus amigos, que já nem os posso ver.
Faz hoje 30
anos, no Hospital de Évora, nasceram várias crianças. Não sei quantas foram,
mas sei que começaram a nascer cedinho e continuaram pelo dia fora.
Quando, em
2011, perdeu as eleições e saiu do país, José Sócrates deixou atrás de si um
clima de ódio e crispação contra a sua pessoa como eu nunca tinha visto no
Portugal democrático.
Há uma
senhora deputada do PSD que há muito tempo, e certamente por distracção, pôs
uma toalha de mesa ao pescoço e nunca mais se lembrou de a tirar. Chama-se
Teresa qualquer coisa, e o PSD chegou a uma tal lástima que até a deixa falar
em seu nome.
A exposição
da australiana Narelle Jubelin (Sydney, 1960), patente no Centro de Arte
Moderna da Gulbenkian, podia perfeitamente ser uma exposição apresentada num
qualquer Centro Cultural duma capital de distrito.
Eu acho que
a “coisa” está a ficar, subitamente, muito preta.
Passaram
agora (20 de Março) dez anos sobre o início da guerra do Iraque.
No mundo dos
negócios e da finança em Portugal há dois grupos dominantes de animais: o das
araras emplumadas que não se calam, e o das doninhas malcheirosas escondidas
nas moitas mas silenciosas.
Foste-te
embora há tantos anos!